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Jaraguá - Entrevista - Lineu OlÃmpio |
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Qui, 01 de Setembro de 2011 17:09 |
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Cautela com os gastos públicos
Para evitar problemas no fechamento das suas contas no final do ano, o prefeito de Jaraguá, Lineu Olímpio (PTB), resolveu aplicar um remédio amargo na prefeitura, com o corte de gratificações e outros benefícios de servidores. As medidas, no entanto, não atingem a parte de obras que estão sendo realizadas na cidade, especialmente porque a maioria é feita com recursos federais. Lineu diz que o exemplo de Jaraguá deve ser seguido por outros municípios, considerando que o cenário nacional da economia não é dos melhores. Ele vê dificuldades do governo do Estado ajudar os municípios nesse momento, mas acredita num cenário positivo para 2012. Sobre as eleições, Lineu diz que não basta o candidato ter vontade e coragem. "Tem que ter desprendimento, abrir mão da sua vida particular para se dedicar à vida pública", orienta.
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Goiânia - Entrevista com o prefeito Paulo Garcia |
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Seg, 05 de Abril de 2010 22:55 |
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Repórter: O governador Alcides Rodrigues disse que precisava ter uma conversa com o prefeito Iris Rezende para definir a questão da concessão do eixo anhanguera. Ela pode sair ainda esse semestre?
Paulo Garcia: Esse diálogo já teve início. Já aconteceram algumas reuniões entre o ex-prefeito Iris Rezende e o governador Alcides Rodrigues. Há a pré-disposição da Prefeitura em dialogar ao que traga resultado para a população porque o que nos interessa é a boa resolução e satisfação da população em relação ao transporte coletivo. Portanto não existe motivo para que não se chegue a um denominador comum e será alcançado o mais breve possível. Todas as partes sabem da sua responsabilidade nesse processo.
Repórter: O PMBD já vem conversando com o DEM. É possível uma aliança que envolva PMDB, PT e DEM?
Paulo Garcia: A política esta entregue as lideranças partidárias e eu neste momento, apesar de ser uma pessoa política, mas essas articulações esse ano são entregues as lideranças partidárias que saberão consolidar esse processo da melhor maneira possível.
Repórter: E em relação ao ex-prefeito Iris Rezende, esse projeto dele, o PT se engaja totalmente nessa campanha?
Esse é o nosso projeto. Levar o ex-prefeito a alcançar aquilo que todos nós desejamos será um objetivo nosso perseguido diariamente, aliás, vamos perseguir esse objetivo porque isso é o melhor para o Estado. O Estado precisa de uma pessoa igual a ele, ele precisa estar a frente desse projeto para que o Estado volte a ter um desenvolvimento sustentável, sério e de qualidade. Uma pessoa que faz, que tudo que diz ele cumpre. O Estado precisa de um governador como Iris Rezende, o maior homem público da história de Goiás.
Repórter: O senhor se reuniu com os secretários...o que foi definido neste reunião?
Paulo Garcia: Nesta primeira reunião de trabalho, pedimos para que a equipe continue o trabalho de forma harmoniosa, produtiva e comprometida com a administração. Nos precisamos dar continuidade aos projetos e programas vitoriosos implantados pelo prefeito Iris Rezende. Nós não podemos decepcionar a cidade, temos que nos esforçar...Pedi a eles que redobrassem os esforços individuais e coletivos para que a administração continue sendo extremamente eficiente e discutimos aspectos mais específicos e pontuais. Pedi as áreas de infra-estrutura que rapidamente agilizem, e isso já foi retomado neste final de semana, a recuperação de possíveis ocorrências que vem acontecendo em razão das chuvas excessivas, recuperando asfaltos onde houver necessidade, intensificar as limpezas nas bocas de lobo e dar uma atenção maior nas áreas onde tenham ocorrido quedas de árvores e alagamentos. Estamos com uma equipe emergencial para recuperar e reparar os danos da cidade em 24h.
Repórter: Além dessa ênfase na parte de infra-estrutura, mais alguma solicitação específica aos secretários?
Paulo Garcia: Não. Nós vamos continuar trabalhando. Nós já fazíamos parte dessa administração. Essa administração tem a participação de 14 partidos, inclusive do meu. Eu era um membro participativo da administração do prefeito Iris Rezende e o que nós vamos é dar continuidade, avançar e realizar cada vez mais porque a cidade de Goiânia precisa se tornar uma cidade extremamente humana, uma cidade em que as pessoas tenham orgulho de viver. Isso já acontece e esperamos que isso seja cada vez mais uma premissa de cada um de nós goianienses, homens e mulheres que aqui vivem.
Reportagem: Mariana Moraes
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Goiânia - Entrevista secretário de Comunicação da Prefeitura |
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Sex, 28 de Agosto de 2009 12:57 |
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O MAGO DA COMUNICAÇÃO
por: edmilson alves
Antes de assumir a secretaria de comunicação ainda no primeiro mandato do prefeito Íris Rezende, muitos jornalistas de vários meios de comunicações, faziam a seguinte observação; O prefeito está realizando um ótimo trabalho, mas, a prefeitura não consegue mostrar essas realizações para a população. Assim que assumiu a Secretaria, Lívio Luciano dinamizou sua pasta e a resposta foi imediata.
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Campinas - Rádio Difusora, 51 anos no ar evangelizando e prestando grandes serviços sociais. |
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Sex, 08 de Agosto de 2008 08:40 |
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ENTREVISTA COM PADRE RAFAEL
O Rádio
Sempre foi e será o meio de comunicação mais democrático, é simples, de fácil manuseio, portátil e funciona com a bateria do carro, em casa com energia elétrica ou onde o cidadão estiver (campo, estádio) com apenas pilha comum. Desde a sua criação até os anos 60 o Rádio reinou absoluto, a partir deste período passa a ter um concorrente muito forte; a Televisão que veio para substituir o Rádio, com a vantagem da imagem.
O que se pode perceber é que a Rádio Difusora aparece no início dessa transição, mesmo assim ela consegue fazer parte da história do Rádio de Goiás e do Brasil, revelando grandes locutores e programas de grande audiência e também faz o rádio jornalismo que é o carro chefe da emissora.
Campinas em Revista procurou saber como anda a situação do nosso Rádio, o que houve com esse meio de comunicação de outrora arrastava multidão e hoje parece meio esquecido. As pessoas ainda ouvem Rádio AM? O que Mudou? Os ouvintes estão ligados em outras sintonias (FM), Televisão ou Internet?
Para responder essas e outras indagações Campinas em Revista foi à procura de alguém que conhece bem essa história. E quem nos auxiliou nessa empreitada foi o Padre Rafael da Rádio Difusora, que é uma instituição conceituada e dali só poderíamos tirar boas respostas.
Padre Rafael o que fez diminuir a influência do Rádio AM?
Dentro do estudo que fiz, a observação histórica podemos fazer, é que a única diferença que existe é a qualidade do som. O Rádio FM foi criado com uma finalidade, ser o chamado “som ambiente”, mais isso mudou a partir dos anos 90, o Rádio AM era o Rádio do discurso, da palavra, do animador, do locutor, também tinha música mais não era a sua prioridade. Então o que aconteceu, a despeito de que muita gente diz, ouve uma “aemização” da FM. Hoje você pode sintonizar qualquer emissora FM e verá ligeira diferença no jeito de fazer AM, são praticamente idênticos. O FM virou AM com a vantagem na qualidade do som.
A partir da década de 60 o êxodo rural no Brasil se acentua, população tipicamente rural se vê morando nas cidades, essa urbanização também teve influência, as pessoas mudaram e também mudou de sintonia?
Você tem razão. Com certeza essa urbanização teve uma parcela de influência, até pouco tempo mesmo nas cidades quem ouvia FM era a elite. Hoje isso mudou o FM deixou de ser elitizada e passou a ser popular, e o AM continuou no seu caminho, sempre rádio popular.
O AM tem ainda tem seu público cativo?
Tem sim, não tão grande, tão determinante como foi no passado, por conta da influência das novas mídias, e da FM ter absolvido o modo da AM fazer rádio. Ainda hoje tem muita gente que prefere ouvir o AM por conta do perfil da emissora. E o nosso caso, a Difusora não é ouvida apenas porque é uma emissora “antiga”, é porque ela tem um norte, uma missão muito clara, defende princípios firmes, ética, liberdade, transparência, o não comprometimento com o mundo político, quando o ouvinte sintoniza na Difusora ele sabe que pode confiar. O nosso maior patrimônio é a credibilidade, nos escutam porque acreditam no que falamos, procuramos conservar essa credibilidade mantendo rigorosamente os nossos princípios.
Qual deve ser a linha de programação do Rádio AM?
Eu penso que para fazer diferente dessa nova FM, as emissoras de AM devem conservar uma profunda fidelidade ao público que conquistou ao longo dos anos. A Difusora, por exemplo: ela tem que conservar uma programação dirigida para o cidadão que mora na roça, o povo da religião católica, com as pessoas que tem vinculo muito próximos com determinada região da cidade, como os campineiros. Todas as emissoras de AM precisam renovar essa fidelidade com seus ouvintes.
Hoje grande parte das emissoras AM está não mãos das igrejas católicas e pastores evangélicos, dá para evangelizar pelas ondas do Rádio?
Com certeza, tanto é verdade que é afirmativo que muitas igrejas tem Rádios isso é fruto dessa convicção. Nós da igreja católica acreditamos nisso e por isso mantemos a Difusora, portanto suponho que deve ser o princípio que norteiam as outras igrejas, que adquirem rádios ou alugam horários porque acreditam que podem evangelizar pelo rádio. A Difusora desde a sua fundação tem respeitado o seu modo de evangelizar. A Difusora faz transmissões de programas religiosos, celebração religiosa, tem programa de conteúdo religioso, mais nós procuramos fazer com os valores cristãos sejam defendidos dentro de outros campos que não são explicitamente de evangelização, a Difusora é muito conhecida pela tradição de seu Rádio jornalismo. No Radio Jornalismo falamos de doutrina católica, não rezamos, mais norteamos dentro dos princípios evangélicos.
Fale para o leitor da Revista Campinas em Revista um pouco do ano de 1968 o ano que para muitos não terminou?
O ano de 1968, foi um ano mítico, se fizermos uma pesquisa histórica nem tudo que se atribuem a 68 estava tão presente naquele ano e nem foi por causa daquele ano, mais todo mudo está de acordo que ele tornou-se um ano mítico. E um mito que contém grandes lutas libertarias, por exemplo: No Brasil, o 68 começou com a morte do estudante Édson Luís, assassinado pela Polícia Militar do Rio. A Passeata dos 100 Mil, no Rio, era uma afronta à ditadura militar, e deu de bandeja um pretexto para que o presidente Arthur da Costa e Silva promulgasse o Ato Institucional nº 5 no dia 13 de dezembro de 1968, recrudescendo os Anos de Chumbo no Brasil. O 68 brasileiro foi diferente por uma razão simples. Aqui ele tinha um viés mais político do que na França e nos Estados Unidos, países que também viviam em erupção. No Brasil, os constestadores do regime sofreram torturas e exílio. Na França e nos Estados Unidos, havia o sentimento generalizado de que era preciso mudar a estrutura da sociedade, mas não necessariamente o governo.
Como o Padre Rafael pode definir o que está acontecendo no Brasil em pleno século XXI ainda ter trabalho escravo, e o avanço do agro-negócio destruindo a Amazônia?
São duas questões distintas, sérias, complexas, delicadas e até muito arriscado falar delas de maneira tão breves, sem um estudo mais aprofundado, mais vou correr esse risco. A Amazônia, sobretudo nos últimos meses tem se tornado um tema inflamado, qualquer coisa que se diga sobre a Amazônia corre o risco de não ser muito bem compreendido, porque digamos assim “estamos no olho do furacão”. A ministra do Meio Ambiente Marina Silva ficou cinco anos no cargo e recentemente pediu demissão e o novo ministro mais tem facilidade para falar do que a ex-ministra e consegue colocar questões importantes, como o desmatamento na ordem do dia. Estamos acompanhados exaustivamente através da imprensa o quanto o estrago é maior do se costuma falar, o relatório sobre o desmatamento é mais assustadores do se imagina. E as pessoas precisam pensar sobre a expansão da fronteira agrícola, e aí já passa a mexer com poderosos que são os representantes do agro-negócio, como o governador do Mato Grosso Blairo Maggi, que além de ser um defensor ele é um grande produtor de soja, ele é um símbolo do agro-negócio. Passa e existir um conflito de interesse entre o que o governador do Mato Grosso defende e que o governo federal por meio do Ministério está denunciando. A Amazônia é um patrimônio brasileiro e temos a obrigação de defender, mais o que vamos fazer com ela, vai desmatá-la, não podemos defender e destruí-la, temos que encontrar uma formula de protegê-la através de atividade e manejo sustentável, temos que ocupar o terreno sem destruir o meio ambiente. Quanto à questão do trabalho escravo, podemos dizer que hoje existe o escravo “moderno”. São duas situações que o faz escravo. Primeira situação é quando vivem e trabalham em regiões remotas, locais de difíceis acessos, a outra situação encontrada pelo escravagista de manter uma pessoa em condições subumana, escrava é pela dívida. Desse modo ela nunca torna livre está sempre devendo, a dívida passou a ser o novo grilhão do escravo moderno.
A instituição casamento está em decadência?
Não acredito nisso, mesmo quem combate o casamento tradicional, está querendo casar. A instituição mesmo não está em crise, o que pode estar em crise são os modelos. O tradicional “unido para sempre” esse de fato tem sofrido um bombardeio enorme. Agora a igreja católica continua convicta de esse modelo mesmo sendo defasado e muito criticado ainda é um grande segredo de felicidade.
Ser católico está na moda?
Hoje, ser católico precisa se empenhar, ter mais compromisso, podemos dizer que está mais gostoso falar que é católico e com convicção.
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Qui, 20 de Março de 2008 08:58 |
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Artista, cantor, compositor e produtor musical, já foi apresentador de programa de rádio e televisão. Continua fazendo show e tem uma produtora musical.
Nesta entrevista ele falou de produção musical, composição, sucesso, decadência dos artistas, ECAD, sindicatos dos músicos, rádio, televisão e da proibição dos showmÃcios.
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Entrevista - Mauro Miranda |
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Qui, 13 de Março de 2008 20:20 |
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Presidente do complexo Dermu/Compav
Engenheiro, ex-presidente do extinto DERGO (Departamento de Estrada e Rodagem de Goiás) ex-deputado federal e ex-senador da Republica. |
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